quarta-feira, 8 de julho de 2009

A diferença que o cristão faz - Comentário à EBD 02, 12/07/09

A graça e a paz do Senhor a todos os irmãos!

Prosseguimos em nossas lições sobre o Sermão do Monte. Na aula passada tivemos a oportunidade de estudar genericamente acerca do discurso de Jesus e também sobre a primeira parte (Mateus 5.3-7) das bem-aventuranças (que se estendem até o versículo 12). No próximo domingo, se o Senhor o permitir, estaremos nos ocupando do trecho dos vv. 8-14, segundo a divisão feita pelo escritor da revista.

Ao ler essa famosa porção do Novo Testamento, temos que ter em mente que, para que o fiel viva uma vida cristã em conformidade com o elevado padrão ético do Sermão do Monte, é preciso que não negligencie o estudo da doutrina -- algo que soa estranho ao espírito anti-intelectual de nosso tempo, espírito que tem entrado fortemente em nossas igrejas. Com efeito, como escreveu o saudoso Dr. Aníbal Pereira Reis, "de minhas convicções doutrinárias procedem minha conduta e o meu relacionamento com Deus e com os meus semelhantes. (...) É o ensino de Tiago: 'eu te mostrarei a minha fé pelas obras' (2:18). Se tenho fé em profunda convicção ela se reflete ou se exterioriza no meu comportamento, apesar das muitas falhas inerentes à minha fragilidade humana". Nesse sentido, uma bem-aventurança, não do Sermão do Monte, mas do Antigo Testamento, nos adverte (grifo meu): "Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores; antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite" (Salmo 1.1,2).

Que Deus nos guie e nos ilumine em nossos estudos, dando-nos também da provisão abundante de Sua graça e poder para que a teoria aprendida se transforme em inabalável convicção que nos impulsione a um viver de santidade sempre crescente, para glória de Seu nome!

Postado por Vanderson Moura da Silva.

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